Handmade by Susana e Patrícia
"Não se preocupe com a distância entre seus sonhos e a realidade; se você pode sonhá-lo, você pode realizá-lo."
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domingo, 26 de abril de 2009

Novidades!!!



E para as meninas mais pequeninas e vaidosas, ficam aqui novidades em fios de Criança!!!





Fio de Criança

Material:

fio corrente e peça metálica (o fio é ajustavél)

RefªF334 - gato

RefªF335 - urso

RefªF336 - girafa

RefªF337 - caranguejo

3 biuteiras(cada)









Fio de Criança

Material:

fio corrente e peça metálica (o fio é ajustavél)

RefªF330 - golfinho

RefªF331 - caranguejo

RefªF332 - urso

RefªF333 - coelho

RefªF334 - girafa

3 biuteiras(cada)





Fio de Criança

Material:

fio corrente e peça metálica (o fio é ajustavél)

RefªF326 - caranguejo

RefªF327 - girafa

RefªF328 -golfinho

RefªF329 - cão

3 biuteiras(cada)

sábado, 1 de novembro de 2008

Fios Criança!!NOVIDADES!

Ficam aqui algumas novidades de Fios de Criança.Cada fio tem direito a uma história...

As pulseiras podem ser adquiridas separadamente dos fios.

Pulseira
RefªP35
1 bijuteiras

Fio A Bela e o Monstro!!














Fio de Algodão-FIO DE CRIANÇA
RefªF291(Borboleta) e F292(menina)
materiais:
fio de algodão,peças de vidro,peças acrilicas e peças metálicas
5.5 bijuteiras(Conjunto: 1 fio + pulseira) - cada

A Bela e o Monstro

Há muitos anos, em uma terra distante, viviam um mercador e suastrês filhas . A mais jovem era a mais linda e carinhosa, por issoera chamada de "BELA".Um dia, o pai teve de viajar para longe a negócios. Reuniu assuas filhas e disse:
— Não ficarei fora por muito tempo. Quando voltar trareipresentes. O que vocês querem? - As irmãs de Bela pedirampresentes caros, enquanto ela permanecia quieta.
O pai se voltou para ela, dizendo :
— E você, Bela, o que quer ganhar?
— Quero uma rosa, querido pai, porque neste país elas nãocrescem, respondeu Bela, abraçando-o forte.
O homem partiu, conclui os seus negócios, pôs-se na estrada paraa volta. Tanta era a vontade de abraçar as filhas, que viajou pormuito tempo sem descansar. Estava muito cansado e faminto, quando,a pouca distância de casa, foi surpreendido, em uma mata, porfuriosa tempestade, que lhe fez perder o caminho.Desesperado, começou a vagar em busca de uma pousada, quando, derepente, descobriu ao longe uma luz fraca. Com as forças que lherestavam dirigiu-se para aquela última esperança.Chegou a um magnífico palácio, o qual tinha o portão aberto eacolhedor. Bateu várias vezes, mas sem resposta. Então, decidiuentrar para esquentar-se e esperar os donos da casa. Ointerior,realmente, era suntuoso, ricamente iluminado e mobiliado demaneira esquisita.O velho mercador ficou defronte da lareira para enxugar-se epercebeu que havia uma mesa para uma pessoa, com comida quente evinho delicioso.Extenuado, sentou-se e começou a devorar tudo. Atraído depoispela luz que saía de um quarto vizinho, foi para lá, encontrou umagrande sala com uma cama acolhedora, onde o homem se esticou,adormecendo logo. De manhã, acordando, encontrou vestimentaslimpas e uma refeição muito farta. Repousado e satisfeito, o paide Bela saiu do palácio, perguntando-se espantado por que nãohavia encontrado nenhuma pessoa. Perto do portão viu uma roseiracom lindíssimas rosas e se lembrou da promessa feita a Bela. Paroue colheu a mais perfumada flor. Ouviu, então, atrás de si umrugido pavoroso e, voltando-se, viu um ser monstruoso que disse:
— É assim que pagas a minha hospitalidade, roubando asminhas rosas? Para castigar-te, sou obrigado a matar-te!
O mercador jogou-se de joelhos, suplicando-lhe para ao menosdeixá-lo ir abraçar pela última vez as filhas. A fera lhe propôs,então, uma troca: dentro de uma semana devia voltar ou ele ou umade suas filhas em seu lugar.Apavorado e infeliz, o homem retornou para casa, jogando-se aospés das filhas e perguntando-lhes o que devia fazer. Belaaproximou-se dele e lhe disse:
— Foi por minha causa que incorreste na ira do monstro. Éjusto que eu vá...
De nada valeram os protestos do pai, Bela estava decidida.Passados os sete dias, partiu para o misterioso destino.
Chegada à morada do monstro, encontrou tudo como lhe haviadescrito o pai e também não conseguiu encontrar alma viva.Pôs-se então a visitar o palácio e, qual não foi a sua surpresa,quando, chegando a uma extraordinária porta, leu ali a inscriçãocom caracteres dourados: "Apartamento de Bela".Entrou e se encontrou em uma grande ala do palácio, luminosa eesplêndida. Das janelas tinha uma encantadora vista do jardim.Na hora do almoço, sentiu bater e se aproximou temerosa da porta.Abriu-a com cautela e se encontrou ante de Fera. Amedrontada,retornou e fugiu através da salas. Alcançada a última, percebeuque fora seguida pelo monstro. Sentiu-se perdida e já ia implorarpiedade ao terrível ser, quando este, com um grunhido gentil esuplicante lhe disse:
— Sei que tenho um aspecto horrível e me desculpo ; mas nãosou mau e espero que a minha companhia, um dia, possa ser-teagradável. Para o momento, queria pedir-te, se podes, honrar-mecom tua presença no jantar.
Ainda apavorada, mas um pouco menos temerosa, bela consentiu e aofim da tarde compreendeu que a fera não era assim malvada.Passaram juntos muitas semanas e Bela cada dia se sentiaafeiçoada àquele estranho ser, que sabia revelar-se muito gentil,culto e educado.Uma tarde , a Fera levou Bela à parte e, timidamente, lhe disse:
— Desde quando estás aqui a minha vida mudou. Descobri queme apaixonei por ti. Bela, queres casar-te comigo?
A moça, pega de surpresa, não soube o que responder e, paraganhar tempo, disse:
— Para tomar uma decisão tão importante, quero pedirconselhos a meu pai que não vejo há muito tempo!
A Fera pensou um pouco, mas tanto era o amor que tinha por elaque, ao final, a deixou ir, fazendo-se prometer que após sete diasvoltaria.Quando o pai viu Bela voltar, não acreditou nos próprios olhos,pois a imaginava já devorada pelo monstro. Pulou-lhe ao pescoço ea cobriu de beijos. Depois começaram a contar-se tudo queacontecera e os dias passaram tão velozes que Bela não percebeuque já haviam transcorridos bem mais de sete.Uma noite, em sonhos, pensou ver a Fera morta perto da roseira.Lembrou-se da promessa e correu desesperadamente ao palácio.Perto da roseira encontrou a Fera que morria.Então, Bela a abraçou forte, dizendo:
— Oh! Eu te suplico: não morras! Acreditava ter por ti sóuma grande estima, mas como sofro, percebo que te amo.
Com aquelas palavras a Fera abriu os olhos e soltou um sorrisoradioso e diante de grande espanto de Bela começou atransformar-se em um esplêndido jovem, o qual a olhou comovido edisse:
— Um malvado encantamento me havia preso naquele corpomonstruoso. Somente fazendo uma moça apaixonar-se podia vencê-lo etu és a escolhida. Queres casar-te comigo agora?
Bela não fez repetir o pedido e a partir de então viveram felizese apaixonados.

Fio A Pequena Sereia!!






Fio de Algodão-FIO DE CRIANÇA
RefªF290
materiais:fio de algodão,peças de vidro,peças acrilicas e peças metálicas
5.5 bijuteiras(Conjunto: 1 fio + pulseira)
A Pequena Sereia

Muito longe da terra, onde o mar é muitoazul, vivia o povo do mar. O rei desse povo tinha seis filhas,todas muito bonitas, e donas das vozes mais belas de todo o mar,porém a mais moça se destacava, com sua pele fina e delicada comouma pétala de rosa e os olhos azuis como o mar. Como as irmãs, nãotinha pés mas sim uma cauda de peixe. Ela era uma sereia.Essa princesa era a mais interessada nas histórias sobre omundo de cima, e desejava poder ir à superfície; queria saber tudosobre os navios, as cidades, as pessoas e os animais.— Quando você tiver 15 anos — dizia a avó —subirá à superfície e poderá se sentar nos rochedos para ver oluar, os navios, as cidades e as florestas.Os anos se passaram... Quando a princesa completou 15 anosmal pôde acreditar. Subiu até a superfície e viu o céu, o sol, asnuvens... viu também um navio e ficou muito curiosa. Foi nadandoaté se aproximar da grande embarcação. Viu, através dos vidros dasvigias, passageiros ricamente trajados. O mais belo de todos eraum príncipe que estava fazendo aniversário, ele não deveria termais de 16 anos, e a pequena sereia se apaixonou por ele.A sereiazinha ficou horas admirando seu príncipe, e sódespertou de seu devaneio quando o navio foi pego de surpresa poruma tempestade e começou a tombar. A menina viu o príncipe cair nomar e afundar, e se lembrou de que os homens não conseguem viverdentro da água. Mergulhou na sua direção e o pegou já desmaiado,levando-o para uma praia.Ao amanhecer, o príncipe continuava desacordado. A sereia,vendo que um grupo de moças se aproximava, escondeu-se atrás daspedras, ocultando o rosto entre os flocos de espuma.As moças viram o náufrago deitado na areia e foram buscarajuda. Quando finalmente acordou, o príncipe não sabia como haviachegado àquela praia, e tampouco fazia idéia de quem o haviasalvado do naufrágio. A princesa voltou para o castelo muito triste e calada, e nãorespondia às perguntas de suas irmãs sobre sua primeira visita àsuperfície.A sereia voltou várias vezes à praia onde tinha deixado opríncipe, mas ele nunca aparecia por lá, o que a deixava aindamais triste. Suas irmãs estavam muito preocupadas, e fizeramtantas perguntas que ela acabou contando o que havia acontecido.Uma das amigas de uma das princesas conhecia o príncipe e sabiaonde ele morava. A pequena sereia se encheu de alegria, e ia nadartodos os dias na praia em que ficava seu palácio. Observava seuamado de longe e cada vez mais gostava dos seres humanos,desejando ardentemente viver entre eles.A princesa, muito curiosa para conhecer melhor os humanos,perguntou a sua avó se eles também morriam.— Sim, morrem como nós, e vivem menos. Nós podemosviver trezentos anos, e quando “desaparecemos” somostransformadas em espuma. Nossa alma não é imortal. Já os humanostêm uma alma que vive eternamente. — Eu daria tudo para ter a alma imortal como oshumanos! — suspirou a sereia.— Se um homem vier a te amar profundamente, se eleconcentrar em ti todos os seus pensamentos e todo o seu amor, e sedeixar que um sacerdote ponha a sua mão direita na tua,prometendo-te ser fiel nesta vida e na eternidade, então a suaalma se transferirá para o teu corpo. Ele te dará uma alma, semperder a dele... Mas isso jamais acontecerá! Tua cauda de peixe,que para nós é um símbolo de beleza, é considerada uma deformidadena terra.A sereiazinha suspirou, olhando tristemente para a sua caudade peixe e desejando ter um par de pernas em seu lugar. Mas amenina não esquecia a idéia de ter uma alma imortal e resolveu procurar a bruxa do mar, famosa por tornar sonhos de jovenssereias em realidade... desde que elas pagassem um preço por isso.O lugar onde a bruxa do mar morava era horrível, e a princesa precisou de muita coragem para chegar lá. A bruxa já a esperava, e foi logo dizendo:— Já sei o que você quer. É uma loucura querer terpernas, isso trará muita infelicidade a você! Mesmo assim voupreparar uma poção, mas essa transformação será dolorosa. Cadapasso que você der será como se estivesse pisando em facasafiadas, e a dor a fará pensar que seus pés foram dilacerados.Você está disposta a suportar tamanho sofrimento?— Sim, estou pronta! — disse a sereia, pensandono príncipe e na sua alma imortal.— Pense bem, menina. Depois de tomar a poção você nuncamais poderá voltar à forma de sereia... E se o seu príncipe secasar com outra você não terá uma alma imortal e morrerá no diaseguinte ao casamento dele.A sereiazinha assentiu com a cabeça e, sem dizer uma palavra,ficou observando a bruxa fazer a poção.— Pronto, aqui está ela... Mas antes de entregá-la avocê, aviso que meu preço por este trabalho é alto: quero a sualinda voz como pagamento. Você nunca mais poderá falar oucantar...A princesa quase desistiu, mas pensou no seu príncipe e pegoua poção que a bruxa lhe estendia. Não quis voltar para o palácio,pois não poderia falar com suas irmãs, sua avó e seu pai. Olhou delonge o palácio onde nasceu e cresceu, soltou um beijo na suadireção e nadou para a praia.Assim que bebeu a poção, sentiu como se uma espada lheatravessasse o corpo e desmaiou. Acordou com o príncipeobservando-a. Ele a tomou docemente pela mão e a conduziu ao seupalácio. Como a bruxa havia dito, a cada passo que a menina davasentia como se estivesse pisando sobre lâminas afiadíssimas, massuportava tudo com alegria pois finalmente estava ao lado de seuamado príncipe.A beleza da moça encantou o príncipe, e ela passou aacompanhá-lo em todos os lugares. À noite, dançava para ele, eseus olhos se enchiam de lágrimas, tamanha dor sentia nos pés.Quem a visse dançando ficava hipnotizado com sua graça e leveza, eacreditava que suas lágrimas eram de emoção. O príncipe, no entanto, não pensava em se casar com ela, poisainda tinha esperança de encontrar a linda moça que ele vira napraia, após o naufrágio, e por quem se apaixonara. Ele não selembrava muito bem da moça, e nem imaginava que aquela menina mudaera essa pessoa...Todas as noites a princesinha ia refrescar os pés na água domar. Nessas horas, suas irmãs se aproximavam da praia para matar asaudade da caçulinha. Sua avó e seu pai, o rei dos mares, tambémapareciam para vê-la, mesmo que de longe.A família do príncipe queria que ele se casasse com a filhado rei vizinho, e organizou uma viagem para apresentá-los. Opríncipe, a sereiazinha e um numeroso séquito seguiram em viagempara o reino vizinho.Quando o príncipe viu a princesa, não se conteve e gritou:— Foi você que me salvou! Foi você que eu vi na praia!Finalmente encontrei você, minha amada!A princesa era realmente uma das moças que estava naquelapraia, mas não havia salvado o rapaz. Para tristeza da sereia, aprincesa também se apaixonara pelo príncipe e os dois marcaram ocasamento para o dia seguinte. Seria o fim da sereiazinha. Todo oseu sacrifício havia sido em vão.Depois do casamento, os noivos e a comitiva voltaram para opalácio do príncipe de navio, e a sereia ficou observando oamanhecer, esperando o primeiro raio de sol que deveria matá-la.Viu então suas irmãs, pálidas e sem a longa cabeleira, nadando aolado do navio. Em suas mãos brilhava um objeto.— Nós entregamos nossos cabelos para a bruxa do mar emtroca desta faca. Você deve enterrá-la no coração do príncipe. Sóassim poderá voltar a ser uma sereia novamente e escapará damorte. Corra, você deve matá-lo antes do nascer do sol.A sereia pegou a faca e foi até o quarto do príncipe, mas aovê-lo não teve coragem de matá-lo. Caminhou lentamente até amurada do navio, mergulhou no mar azul e, ao confundir-se com asondas, sentiu que seu corpo ia se diluindo em espuma.
http://www.educacional.com.br/projetos/ef1a4/contosdefadas/sereia.html

Fio Gato das Botas!!








Fio de Algodão-FIO DE CRIANÇA
RefªF288(Borboleta) e F289(menina)
materiais:fio de algodão,peças de vidro,peças acrilicas e peças metálicas
5.5 bijuteiras(Conjunto: 1 fio + pulseira) - cada
O Gato das Botas
Um moleiro, que tinha três filhos, repartindo à hora da morteseus únicos bens, deu ao primogênito o moinho; ao segundo, o seuburro; e ao mais moço apenas um gato. Este último ficou muitodescontente com a parte que lhe coube da herança, mas o gato lhedisse:— Meu querido amo, compra-me um par de botas e um saco e,em breve, te provarei que sou de mais utilidade que um moinho ouum asno.Assim, pois, o rapaz converteu todo o dinheiro que possuía num lindo par de botas e num saco para o seu gatinho. Este calçou asbotas e, pondo o saco às costas, encaminhou-se para um sítio onde havia uma coelheira. Quando ali chegou, abriu o saco, meteu-lheuma porção de farelo miúdo e deitou-se no chão fingindo-se morto.Excitado pelo cheiro do farelo, o coelho saiu de seu esconderijoe dirigiu-se para o saco. O gato apanhou-o logo e levou-o ao rei,dizendo-lhe:— Senhor, o nobre marquês de Carabás mandou que lheentregasse este coelho. Guisado com cebolinhas será um pratodelicioso.— Coelho?! — exclamou o rei. — Que bom! Gostomuito de coelho, mas o meu cozinheiro não consegue nunca apanharnenhum. Dize ao teu amo que eu lhe mando os meus mais sincerosagradecimentos.No dia seguinte, o gatinho apanhou duas perdizes e levou-as aorei como presente do marquês de Carabás. O rei ficou tão contenteque mandou logo preparar a sua carruagem e, acompanhado pelaprincesa, sua filha, dirigiu-se para a casa do nobre súdito quelhe tinha enviado tão preciosas lembranças.O gato foi logo ter com o amo:— Vem já comigo, que te vou indicar um lugar, no rio, ondepoderás tomar um bom banho.O gato conduziu-o a um ponto por onde devia passar a carruagemreal, disse-lhe que se despisse, que escondesse a roupa debaixo deuma pedra e se lançasse à água. Acabava o moço de desaparecer norio quando chegaram o rei e a princesa.— Socorro! Socorro! — gritou o bichano.— Que aconteceu? — perguntou o rei.— Os ladrões roubaram a roupa do nobre marquês de Carabás!— disse o gato. — Meu amo está dentro da água esentirá câimbras.O rei mandou imediatamente uns servos ao palácio; voltaram daí apouco com um magnífico vestuário feito para o próprio rei, quandojovem.O dono do gato vestiu-o e ficou tão bonito que a princesa, assimque o viu, dele se enamorou. O rei também ficou encantado emurmurou:— Eu era exatamente assim, nos meus tempos de moço.O gato estava radiante com o êxito do seu plano; e, correndo àfrente da carruagem, chegou a uns campos e disse aos lavradores:— O rei está chegando; se não lhes disserem que todos estescampos pertencem ao marquês de Carabás, faço-os triturar comocarne para almôndegas.De forma que, quando o rei perguntou de quem eram aquelas searas,os lavradores responderam-lhe:— Do muito nobre marquês de Carabás.— Com a breca! — disse o rei ao filho mais novo domoleiro. — Que lindas propriedades tens tu!O moço sorriu perturbado, e o rei murmurou ao ouvido da filha:— Eu também era assim, nos meus tempos de moço.Mais adiante, o gato encontrou uns camponeses ceifando trigo elhes fez a mesma ameaça:— Se não disserem que todo este trigo pertence ao marquêsde Carabás, faço picadinho de vocês.Assim, quando chegou a carruagem real e o rei perguntou de quemera todo aquele trigo, responderam:— Do mui nobre marquês de Carabás.O rei ficou muito entusiasmado e disse ao moço:— Ó marquês! Tens muitas propriedades!O gato continuava a correr à frente da carruagem; atravessando umespesso bosque, chegou à porta de um magnífico palácio, no qualvivia um ogro que era o verdadeiro dono dos campos semeados. Ogatinho bateu à porta e disse ao ogro que a abriu:— Meu querido ogro, tenho ouvido por aí umas histórias ateu respeito. Dize-me lá: é certo que te podes transformar no quequiseres?— Certíssimo — respondeu o ogro, e transformou-se numleão.— Isso não vale nada — disse o gatinho. - Qualquer umpode inchar e aparecer maior do que realmente é. Toda a arte estáem se tornar menor. Poderias, por exemplo, transformar-te em rato?— É fácil — respondeu o ogro, e transformou-se numrato.O gatinho deitou-lhe logo as unhas, comeu-o e desceu logo a abrira porta, pois naquele momento chegava a carruagem real. E disse:— Bem vindo seja, senhor, ao palácio do marquês de Carabás.— Olá! — disse o rei — que formoso palácio tenstu! Peço-te a fineza de ajudar a princesa a descer da carruagem.O rapaz, timidamente, ofereceu o braço à princesa e o reimurmurou-lhe ao ouvido:— Eu também era assim tímido, nos meus tempos de moço.Entretanto, o gatinho meteu-se na cozinha e mandou preparar umesplêndido almoço, pondo na mesa os melhores vinhos que havia naadega; e quando o rei, a princesa e o amo entraram na sala dejantar e se sentaram à mesa, tudo estava pronto.Depois do magnífico almoço, o rei voltou-se para o rapaz edisse-lhe:— Jovem, és tão tímido como eu era nos meus tempos de moço.Mas percebo que gostas muito da princesa, assim como ela gosta deti. Por que não a pedes em casamento?Então, o moço pediu a mão da princesa, e o casamento foicelebrado com a maior pompa. O gato assistiu, calçando um novo parde botas com cordões encarnados e bordados a ouro e preciososdiamantes.E daí em diante, passaram a viver muito felizes. E se o gato àsvezes ainda se metia a correr atrás dos ratos, era apenas pordivertimento; porque absolutamente não mais precisava de ratospara matar a fome..

Fio Branca de Neve!!





Fio de Algodão-FIO DE CRIANÇA
RefªF287
materiais:
fio de algodão,peças de vidro,peças acrilicas e peças metálicas
5.5 bijuteiras(Conjunto: 1 fio + pulseira)
Branca de Neve e os sete anões
Há muito tempo, num reino distante, viviamum rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. Suapele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue eos cabelos pretos como o ébano.Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei,sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeiracruel, invejosa e muito vaidosa. Ela possuía um espelho mágico,para o qual perguntava todos os dias:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!— respondia ele.Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha,pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita queela.Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa avestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação detodo o castelo. Branca de Neve passava os dias lavando, passando eesfregando, mas não reclamava. Era meiga, educada e amada portodos. Um dia, como de costume, a rainha perguntou ao espelho:— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais belado que eu?— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a maisbela!A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela parasempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenouque ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa. No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio nafloresta, mas não a matou.— Princesa, — disse ele — a rainha ordenouque eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e semprefui leal a seu pai.— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou aprincesa.— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainhadessa vez. Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo,porque ela é capaz de matá-la!Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,chorando, sem ter para onde ir. O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa elevou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que aenteada estava morta.Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontraruma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada porcrianças, pois tudo ali era pequeno.A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Nevelavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima dacasinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. A moçaestava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarempara casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo. Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muitoespantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões,que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles. O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultarnovamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de umamaçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormirpara sempre — disse a bruxa.No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca deNeve ficou sozinha.Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela dacozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água econversou com ela.— Muito obrigada! — falou a velhinha —coma uma maçã... eu faço questão!No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiudesmaiada no chão. Os anões, alertados pelos animais da floresta,chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. Na fuga, ela acaboucaindo num abismo e morreu.Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como seestivesse dormindo. Então colocaram-na num lindo caixão decristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia,esperando que um dia ela acordasse.Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reinovizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela. Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo, e prometeu que velaria por ela.Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão, este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca, desfazendo o feitiço e acordando a princesa. Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele. Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu junto com o príncipe para um castelo distante onde secasaram e foram felizes para sempre.

Fio cinderela!!







Fio de Algodão- FIO DE CRIANÇA
RefªF286
materiais:
fio de algodão,peças de vidro,peças acrilicas e peças metálicas
5.5 bijuteiras(Conjunto: 1 fio + pulseira)
Cinderela
Era uma vez um homem cuja primeira esposa tinha morrido, e que tinha casado novamente com uma mulher muito arrogante. Ela tinha duas filhas que se pareciam em tudo com ela.O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Era uma moça meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos dacasa e dormir no sótão, enquanto as “irmãs” dormiam emquartos com chão encerado.Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moçasentava-se junto à lareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Poresse motivo, as malvadas irmãs zombavam dela. Embora Cinderelativesse que vestir roupas velhas, era ainda cem vezes mais bonitaque as irmãs, com seus vestidos esplêndidos.O rei mandou organizar um baile para que seu filho escolhesse umajovem para se casar, e mandou convites para todas as pessoasimportantes do reino. As duas irmãs ficaram contentes e sópensavam na festa. Cinderela ajudava. Ela até lhes deu os melhoresconselhos que podia e se ofereceu para arrumá-las para o evento.As irmãs zombavam de Cinderela, e diziam que ela nunca poderia irao baile.Finalmente o grande dia chegou. A pobre Cinderela viu a madrastae as irmãs saírem numa carruagem em direção ao palácio, em seguidasentou-se perto da lareira e começou a chorar.Apareceu diante dela uma fada, que disse ser sua fada madrinha, eao ver Cinderela chorando, perguntou: “Você gostaria de irao baile, não é?”“Sim”, suspirou Cinderela.“Bem, eu posso fazer com que você vá ao baile”, dissea fada madrinha.Ela deu umas instruções esquisitas à moça: “Vá ao jardim etraga-me uma abóbora.” Cinderela trouxe e a fada madrinhaesvaziou a abóbora até ficar só a casca. Tocou-a com a varinhamágica e a abóbora se transformou numa linda carruagem dourada!Em seguida a fada madrinha transformou seis camundongos em cavalos lindos, tocando-os com sua varinha mágica. Escolheu tambémuma rato que tivesse o bigode mais fino para ser o cocheiro mais bonito do mundo. Então ela disse a Cinderela, “Olhe atrás do regador. Você encontrará seis lagartos ali. Traga-os aqui.”Cinderela nem bem acabou de trazê-los e a fada madrinhatransformou-os em lacaios. Eles subiram atrás da carruagem, comseus uniformes de gala, e ficaram ali como se nunca tivessem feitooutra coisa na vida.Quanto a Cinderela, bastou um toque da varinha mágica paratransformar os farrapos que usava num vestido de ouro e prata,bordado com pedras preciosas. Finalmente, a fada madrinha lhe deuum par de sapatinhos de cristal.Toda arrumada, Cinderela entrou na carruagem. A fada madrinhaavisou que deveria estar de volta à meia-noite, pois o encantoterminaria ao bater do último toque da meia-noite.O filho do rei pensou que Cinderela fosse uma princesadesconhecida e apressou-se a ir dar-lhe as boas vindas. Ajudou-a adescer da carruagem e levou-a ao salão de baile. Todos pararam eficaram admirando aquela moça que acabara de chegar.O príncipe estava encantado, e dançou todas as músicas comCinderela. Ela estava tão absorvida com ele, que se esqueceucompletamente do aviso da fada madrinha. Então, o relógio dopalácio começou a bater doze horas. A moça se lembrou do aviso dafada e, num salto, pôs-se de pé e correu para o jardim.O príncipe foi atrás mas não conseguiu alcançá-la. No entanto, napressa ela deixou cair um dos seus elegantes sapatinhos decristal.Cinderela chegou em casa exausta, sem carruagem ou os lacaios evestindo sua roupa velha e rasgada. Nada tinha restado do seuesplendor, a não ser o outro sapatinho de Cristal.Mais tarde, quando as irmãs chegaram em casa, Cinderelaperguntou-lhes se tinham se divertido. As irmãs, que não tinhampercebido que a princesa desconhecida era Cinderela, contaram tudosobre a festa, e como o príncipe pegara o sapatinho que tinhacaído e passou o resto da noite olhando fixamente para ele,definitivamente apaixonado pela linda desconhecida.As irmãs tinham contado a verdade, pois alguns dias depois ofilho do rei anunciou publicamente que se casaria com a moça emcujo pé o sapatinho servisse perfeitamente.Embora todas as princesas, duquesas e todo resto das damas dacorte tivessem experimentado o sapatinho, ele não serviu emnenhuma delas.Um mensageiro chegou à casa de Cinderela trazendo o sapatinho.Ele deveria calçá-lo em todas as moças da casa. As duas tentaramde todas as formas calçá-lo, em vão. Então, Cinderela sorriu e disse, “Eu gostaria deexperimentar o sapatinho para ver se me serve!”As irmãs riram e caçoaram dela, mas o mensageiro tinha recebidoordens para deixar todas as moças do reino experimentarem osapatinho. Então, fez Cinderela sentar-se e, para surpresa detodos, o sapatinho serviu-lhe perfeitamente!As duas irmãs ficaram espantadas, mas ainda mais espantadasquando Cinderela tirou o outro sapatinho de cristal do bolso ecalçou no outro pé.Nesse momento, surgiu a fada madrinha, que tocou a roupa deCinderela com a varinha mágica. Imediatamente os farrapos setransformaram num vestido ainda mais bonito do que aquele quehavia usado antes. A madrasta e suas filhas reconheceram a linda“princesa” do baile, e caíram de joelhos implorandoseu perdão, por todo sofrimento que lhe tinham causado.Cinderela abraçou-as e disse-lhes que perdoava de todo o coração.Em seguida, no seu vestido esplêndido, ela foi levada à presençado príncipe, que aguardava ansioso sua amada.Alguns dias mais tarde, casaram-se e viveram felizes parasempre.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007





Fio de algodão(criança)
RefªF120
materiais:
fio de algodão e madeiras
4 bijuteiras